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Diretrizes dos serviços

Acolhida

 

A Comunidade Acolhedora Casa Shalom, presta serviços de atenção a dependentes de substâncias psicoativas. Neste espaço, a acolhida na comunidade se inicia desde o primeiro momento em que a família e o dependente químico ou etílico chegam para procurar o tratamento. A escuta sensível é o principal instrumento da acolhida. Significa, num primeiro momento, acolher todas as queixas e relatos dos usuários e de sua família, pois, em geral, a chegada na comunidade, em especial para o dependente, é um momento delicado, em que este se depara diante de uma escolha – de dar início a uma nova etapa de vida.

O tratamento se divide em etapas, somando um tempo mínimo de seis meses de tratamento, dos quais sejam:

Adaptação e Desintoxicação (00 a 02 meses)

É um momento delicado, lento e gradual, vivenciando em grupo e orientado por monitores e coordenadores através da espiritualidade e atividades terapêuticas, que trabalha a retomada de hábitos saudáveis da vida como: sono, disciplina, higiene pessoas e alimentação equilibrada. Neste momento, inicia-se a redescoberta de valores, adaptand0-se ao programa e desinstoxicando através da laboterapia (suor), palestras e oficinas baseados nos passo 1º, 2º e 3º, dos doze passos do NA (Narcóticos Anônimos –  adaptado)

Conscientização e mudança de comportamento (02 a 04 meses)

Adaptados às normas do acolhimento, percebem-se as primeiras mudanças dos acolhidos. Nesse momento trabalha-se a mudança de caráter, aprofundamento da convivência em grupo, aceitação de si e dos outros. O residente se conscientiza de seu alcance e limites, liberta-se das culpas, aprende a se perdoar e o desafio de estar, por si mesmo, buscando a sua santidade. As atividades terapêuticas estão baseadas no 4º, 5º, 6º e 7º passos, dos doze passos do NA (Narcóticos Anônimos –  adaptado).

Reinserção Social (04 a 06 meses)

Neste período, o acolhido faz sua primeira saída de dois dias no 4º mês para casa de seus familiares, dando início à ressocialização, com isso o mesmo identifica suas dificuldades de adaptação à nova vida. No caso do acolhido não ter vínculos familiares, o mesmo é estimulado através de cursos profissionalizantes, oficinas produtivas a se estruturar e recomeçar sua vida.

A volta ao convívio social causam muitas dúvidas, até porque é absolutamente impossível afirmar que, ao final da programação, o acolhido esteja apto a este retorno. As atividades terapêuticas baseia-se nos 8º, 9º, 10º, 11º e 12º passos, do qual o mesmo conhece as ferramentas necessárias para manter-se abstênio, como também o acolhido nesse momento começa a auxiliar os recém-chegados, fazendo surgir a verdadeira autoestima e avaliando os conceitos até ali adquiridos.